Sword - Renascentia

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Mensagem  Ignatyus em Dom Fev 16, 2014 1:53 pm

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"Essa história é baseada no MMORPG Sword of the New World/Granado Espada."

Chapter I - Zero Hora

 Antes mesmo de termos nascido o mundo se via imerso sob as chamas da corrupção. Os deuses anciões eram interpretadores das constelações, diziam que o estopim de tudo isso era que o maior pecado da existência foi praticado imprudentemente – O Vórtice do Tempo.

 Nossa última fonte de poder absoluto usufruído por nós humanos para escaparmos de um mundo velho e danificado demais para se regenerar, era o Vórtice do Tempo. Precisamente no século XIV, o mundo se tornou diferente do que era para ser sob circunstâncias normais, e nasceram as primeiras famílias com poderes sobre-humanos. As maiores delas foram as famílias reais e então, as famílias nobres.

 No início do século XVII, um país chamado Orpesia disputava o domínio do mundo com outro país chamado Bristia, e no meio disso tudo, um nobre viajante buscava uma rota para poder praticar seu comércio e tirar seu país, Oporuto, da miséria iminente. O corajoso Ferrucio Espada no entanto, encontrou um novo mundo, um imenso e rico continente, porém, dominado pelos demônios e pela magia.

 Em meio a Batalha Naval de Baleares, Bristia foi cortada e dominada pelas frotas Vespanolanas, que usou uma estranha fonte de poder adquirido em algum lugar. Em comemoração, Vespanola e Oporuto se tornaram um só país após um grande casamento real, mas apenas a Rainha Vespanolana teve o poder.

 As atenções então se voltaram a Granado Espada, o misterioso novo continente. E assim as primeiras famílias exploradoras, os “Pioneiros”, foram enviados para lá, enquanto os poderosos dez nobres de Vespanola, os campeões da guerra, começaram a assegurar as novas terras para a Rainha.

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 Três das primeiras famílias pioneiras foram criadas por jovens aventureiros sem laços sanguíneos, eram os Muniz, os Cayenne e os Haggard. Todas elas foram criadas por membros de outras famílias, como os Furuhollen e os Bittencourt. Esses jovens eram grandes sonhadores e tinham um espírito de fogo para grandes aventuras, construírem um nome.

  Até que houve um desastre.

 Os Muniz eram conhecidos como uma família de exploradores de masmorras, eram como irmãos. Mesmo muito jovens já começaram a constituir família e construírem um legado no novo mundo. Eram inexperientes, porém fervorosos em suas convicções e sonhos. Mas convicções e sonhos não vencem a sorte, e quando a sorte vira as costas é como se confrontasse o peso da mão de um deus frio e impiedoso.

 ‘Tetra’, alguns poderiam dizer que era o nome de uma tríade de deuses que ordenaram a construção de um imenso templo em sua homenagem, e que algo de muito ruim aconteceria caso seus domínios fossem profanados por curiosos. O que foi o caso, os Muniz enfrentaram as paredes do templo em busca de um grande tesouro dado a muito tempo atrás como oferenda aos deuses antigos.

 No entanto o lugar já estava infestado de demônios menores de um sexto círculo infernal chamado ‘Sigmund’. Os Muniz conseguiam escapar da horda de criaturas profanas, mas foi aí que tudo desabou, soterrando-os mortalmente. Ninguém sobreviveu...

Esse dia foi conhecido como: 'O Incidente de 3º de Abril.'.

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- Nossa, isso foi realmente muito mal!

- Uhum, tem mais. Aqui diz que três deles retornaram do além e passaram a assombrar este continente. Brr!

- Ay~ que medo!

- Rsrs... Convenhamos Claire, hoje em dia é uma prática muito usada por escritores colocar algum evento verídico para aumentar a credibilidade em suas histórias de horror, a batalha de Baleares e o Incidente é um exemplo. Mas agora...Viagem temporal? Retorno do além? Eu acho que realmente viajaram um pouco nessa parte, e não foi uma viagem no tempo, foi nas ideias...

- Qual é o nome desse livro?

- Hmm, Sombra da Noite, faz parte da enciclopédia que meu pai sempre me proibiu de ler quando eu era mais nova, a Enciclopédia das Constelações, dizia que era preciso ‘muuita’ maturidade. Foi encontrado por um dos membros da nossa família em Viron. Estou mais interessada em outro livro da enciclopédia, Magia Oculta.

- Aya! Sabia!

- Eu sou uma elementalista, apesar de tudo. E tem mais, eu desejo escrever meu próprio livro, quero ser uma escritora em tempo integral. Preciso de boas referências...certo?

- Yeh!

- Bom, preciso terminar de me aprontar, eu tenho que ver uma pessoa.

- Vai ver seu namorado! Tá namorando~!

- Pára com isso. Ele é meu noivo, é claro que eu vou ver ele. Eu quero ver o anel novo que ele me comprou. Ele não me chamou para ver o pôr-do-sol por qualquer coisa, com certeza é um anel.

- Hmm, certo. Eu vou aproveitar o pôr-do-sol nas ruas da cidade! Talvez eu pare no café Elefante do Mar, eu nem tomei café da manhã ainda~... Falando nisso, Anabelle ainda não voltou, passou a noite fora, ela está bem?

- Sim, ela está. Ela e o papai são muito parecidos nesse ponto, adoram sair sem dar notícias, quando chegam enchem os meus ouvidos com suas histórias. Ela provavelmente arranjou algum trabalho.


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 Era um lindo pôr-do-sol de domingo, o pôr-do-sol deste dia aqui em Coimbra é um pouco diferente dos outros portos. Ele é lento e longo, exibicionista, como se buscasse ser visto por todos os tipos de pessoas, até os atrasados. Esse evento dura por mais de uma hora e é um verdadeiro alívio em um lugar tão frio.

 Anabelle Arkadel passou a noite fora da cidade, longe de sua vida confortável com almofadas de plumas e camas adornadas. Ela simplesmente partiu com sua rapieira e pistola e resolveu se aventurar pelo mar.

- Eu não gostei, não entrei a bordo de um navio cheio de homens fedorentos e beberrões, arrotando e falando bobagens, para ganhar apenas esses míseros trocados. Deixa de ser mão de vaca! – Gritou ela, insatisfeita. – Meche nesses bolsos e me proponha um pagamento melhor para a próxima.

- Olha, Anabelle, eu sei que sua família tem uma reputação e...

- Reputação não quer dizer nada! Eu sou uma profissional, isso é tudo. Pense nisso, ou eu estou fora.
– Deu de costas e olhou para trás com uma certa frieza em seus olhos. – A propósito, eu também quero um bom rum, não aquele vagabundo da sua adega.

- Foi você que secou tudo!?


Continuou caminhando, ignorando o fato de seu cliente estar apavorado com o tamanho prejuízo que tomou. A sombra das grandes estalagens e pousadas manchavam sua pele caucasiana de um tom cinzento enquanto ela caminhava roendo as unhas de seu dedo polegar.

- Bom dia, senhorita. – Passou um senhor trajado de um elegante sobretudo de couro amarronzado, retirando sua cartola em reverência a moça.

- Bom dia. – Dizia ela ainda com uma expressão brava, focando seus ouvidos ao silêncio daquele porto. Um silêncio que a preocupava.

Em outro lugar.

- ‘Sua beleza sob a luz do Sol, é como a de uma deusa sob a Terra’...

- Hohoho...Eu já ouvi isso antes.


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- Então escute essa, querida...

- Pára com isso, Vicente. Levanta já daí! Levanta!

- Oh...
– O rapaz de cabelos azulados ergueu seu olhar com uma expressão surpresa em seus olhos claros para a mulher que ele amava. – Fyona, assim você corta a minha inspiração, isso foi um pouco rude...

- Rude ou não, levanta já daí! Um homem do seu tamanho... Vai ficar com dor nos joelhos, ou pior...na coluna! Eu não quero que meu futuro marido sofra as consequências de tentar explorar um território já conquistado.

- Isso foi...muito doce.
– Vicente Rio se levantou ainda mais surpreso. – Você seria uma poeta melhor do que eu jamais serei!

- Você transforma a sua vida em poesia, não é, amor? É por isso que me encantas tanto.

- Hmm...
– Ele caminhou alguns passos para a frente, com seus braços cruzados, pensativo. – Tenho uma coisa para lhe falar, Fyona...

- Não precisa se preocupar, você esqueceu de comprar o anel nas vésperas do nosso casamento, mas não precisa se preocupar, eu te esfolo depois.

- Isso definitivamente...! Foi muito rude...

- Eu confio em você, não é isso o que atualmente me preocupa.
– Fyona deu de costas e se debruçou na grade da varanda daquela mansão. – Meu pai, ele até hoje não apareceu, Anabelle já está na cidade, mas o papai...Eu não tenho notícias dele a dias...Ele não escreve mais...Eu não acredito que ele vai deixar de ver a própria filha se casar...!

- Pensando bem...
– Vicente fitou o solo e começou a coçar seus próprios cabelos. – Ele nunca me aceitou como seu genro, ele sempre dizia que preferia coisa melhor do que eu para sua filha.

- Pára com isso, isso não é culpa sua, é dele! Isso não tem nada a ver, não é nem um pouco nobre deixar de prestigiar a própria filha por causa de uma escolha dela!
– Ela olhou brava para seu noivo. – Os pais não deveriam estar sempre apoiando e incentivando? Hein?

Vicente Rio riu de uma forma carinhosa e compreensiva, e isso elevou ainda mais a ira de sua noiva.

- Porque está rindo?

- Eu lhe entendo. Seus sentimentos é uma ciência para mim, do qual eu sou humildemente focado em ter a mais completa disciplina, pois seus sentimentos são muito puros e eu me sinto honrado em mergulhar nesse seu misterioso oceano.

- Vicente Rio, do que você está falando?


Rio olhou para o sol, bloqueando com as costas da mão seu rosto, fazendo uma sombra.

- Você não está brava com seu pai, está preocupada. Seu pai é responsável, minha flor... Ele está bem, em algum lugar...

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  Aquele homem em algum lugar também observava o céu.

  A brisa movia as plantas, tais como as folhas das árvores. O silêncio era uma benção naquele lugar movido pelas grandes batalhas, uma pequena brecha para dias de tormento, de uma voz que grita em silêncio, em seu interior. Não podemos entender a extensão de sua voz, mas qualquer pessoa envolvida a sentiria e se amargaria. Ou não.

- Fugir não é a resposta, Zanyr Arkadel. Nada mais pode ser feito. Vá ver suas filhas e pare de ser um covarde. Pode ser a data mais temida da sua vida, mas é em tempo...a mais esperada para a sua filha caçula.

- Sei.

- Hahaha, você está com suas pernas tremendo bem aí agora, não está? Vou te dizer, ainda bem que eu não tenho filhos, quanto mais uma filha. É realmente tão temeroso pensar no dia em que eles poderão caminhar com suas próprias pernas?

- Não faça piada disso, Sharif, você é um dos poucos que sabe do que eu estou pensando agora. Pelo bem de nossa amizade...

- Só tentando te animar, apesar dos apesares. A mensagem embutida é... Nada mais pode ser feito. Fyona vai se casar com aquele garoto.

- Não se eu puder impedir, não se eu puder invadir aquela Igreja com cinco homens bem armados.

- Hrm. Isso tudo está no passado. Está na hora de pensar no presente e no futuro dessa família, ou ela irá se despedaçar. Era isso o que sua esposa queria?

- Não.

- Então está feito, você irá se arrumar, pegar um navio, levar sua filha ao altar e ainda vai apertar a mão de Vicente Rio.


Enquanto isso, em Coimbra...

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- O que diabos é isso!? Chame os guardas! Reporte ao Ofício de Suporte aos Pioneiros!!

 Em outro lugar...Andorinhas cantavam nos galhos de um formoso freixo ao lado de uma bela mansão de frente pro porto. Intuitivamente podíamos sentir que mesmo por fora, aquele clima pacato e sereno, na verdade se tratava de um disfarce para o que se ocorria no coração do interior da mansão, uma reunião cheia de rostos sérios de homens burgueses que comandam o porto.

 A luz do sol que adentrava das grandes janelas iluminava parcialmente aquele salão de reuniões, salão este cujas paredes eram decoradas com quadros e luxuosas estátuas, armaduras medievais e desenhos que estilizavam as paredes do solo ao teto.

 No centro daquele salão havia uma grande mesa com cinco metros de comprimento, aonde as cadeiras de armações douradas e assentos rubros ao seu redor sustentavam os traseiros de homens velhos.

- Temos a família Allecsav... Eles são ótimos investigadores...O Ofício de Suporte aos Pioneiros pode segurar as defesas do porto enquanto eles investigam.

- A família Allecsav foi desmembrada para Katovic, não chegarão em tempo
. – Respondia o gordo senhor na ponta da mesa. – Chamaremos a família Arkadel. Houvi dizer que haverá um casamento, todos estarão aqui no porto em uns dois dias.

- Nunez. Você confia em Zanyr Arkadel? Ele já nos falhou algumas vezes.

- Sim. Mas não temos melhores opções nos sobrando. Enviem uma carta com o fio de cabelo que o Ofício nos deixou e entreguem a carta ao corvo. Deverá chegar a ele. Deixem as filhas dele de fora, ele não aceitará a missão se o assunto não for discutido com ele pessoalmente.

- Certo.


 As ruas de Coimbra começaram a estar movimentadas, as pessoas estavam inquietas com as notícias que vinham da ponte Nimrod, uma ponte hoje reforçada de guardas da mais alta patente de Reboldoeux, o estado aliado de Coimbra. Ninguém mais saia e ninguém mais entrava, apenas com exceção de pessoas muito seletas. Coimbra estava sob a ameaça de um ataque massivo de criaturas.

 Mas o estranho é que aguardavam a hora certa de atacarem, como se estivessem organizadas, aguardando o momento certo ou o momento em que os guardas em defesa do porto resolvessem tomar prontidão. Demônios tomaram a terra e pareciam minar das águas ao redor e abaixo da imensa ponte Nimrod.

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- A torre da Igreja parou de funcionar. Como bem sabem, o sino da Igreja é entrelaçado por trepadeiras mágicas encantadas por pequenos fragmentos de Otite. O sino toca sozinho, foi daí que surgiu o termo ‘Sino Fantasma de Coimbra’. Se alguém toca-lo, será um som comum, como o de qualquer sino, mas sozinho...pelo o Otite...o sino emite um som produzido para afastar as criaturas deste lugar.

- Porque nos chamou?


 Nunez parou para pensar em como refinar suas palavras, vendo que os pioneiros eram bem objetivos.

- Não sei se essas criaturas vieram de Jezebel Glenn ou das Colinas de Tetra, mas a verdade é que estão aguardando um momento certo para invadirem esse porto. Como bem sabem, há algo escondido neste lugar que nem eu, o prefeito de Coimbra, sei o que é. Foi por isso que a muito tempo o desaparecido Dr. Lorenzo Guliano construiu o sino. Investiguem a causa do sino ter parado de tocar, enquanto isso, o porto ficará em lei marcial e o Ofício protegerá a ponte Nimrod.

- Quantos monstros?
– Indagou uma mulher.

- Milhares. Mas não precisam se preocupar com isso, o objetivo de vocês é outro. Licença para matar qualquer traidor que possa estar envolvido nisso.

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- Se você estava orando a Deus para alguma tempestade impedir o casamento de sua filha, aí está, homem. – Dizia Najib Sharif. – Não precisa mais juntar um exército para aplacar a ira de Fyona caso você conseguisse rapta-la.

- O sino da Igreja... Sempre foi um pé no saco de se ouvir pela manhã, mas é necessário para esse povo.
– Dizia Zanyr.

- É, você não mudou nada.

- Calyce.

- Sim, senhor?
– Respondia uma mulher de curtos cabelos negros e uma besta de repetição presa as costas.

- Corra até a mansão alugada da família, quero saber o que minhas filhas estão fazendo. Eu tenho certeza...que Anabelle não irá respeitar qualquer lei marcial.

- Já não precisa mais se incomodar.
– Dizia Anabelle já subindo as escadas até eles. – Sim, eu tenho uma audição de ferro. Pai, onde esteve todos estes dias?

- Bahama.

- Isso veio a calhar, pelo menos pode apertar a mão de Rio sem ter que se curvar agora. Mas Fyona continuará brava com você.

- Fyona é o menor dos meus problemas agora, e sob lei marcial, ela não vai casar.

- Eu já tenho minhas desconfianças sob a causa disso tudo.
– Dizia Calyce.

- E o que é? – Zanyr olhou para ele ao perguntar.

- Uma fonte de problemas muito antiga. Vórtice do Tempo.

- Vórtice do...?
– Indagou Anabelle, surpresa. – O que é isso?

- Talvez eu deva realmente dar uma olhada na mansão alugada.


 Enquanto isso, na mansão.
Duas pessoas corriam pelos corredores, passando pelas grandes janelas enquanto o sol caia por trás dos montes. Fyona e a pequena Claire pareciam fugir de algo, um dos componentes desse algo projetou-se na sombra do fim do corredor. Um demônio.

- Meu Deus! Eu preciso avisar a cidade! Estão invadindo aos poucos...por dentro!

- Como isso!?

- Há uma fraqueza nessa cidade...um pecado.

- Um pecador na cidade?
– Claire parecia não acreditar no que estava acontecendo no momento.

- Por aqui. Leva a sala dos guardas. Eu preciso fazer uma coisa na sala de dança. – Fyona ergueu a mão e mexeu seus dedos indicador e médio.

- Fyona!

- Vai logo!


 Claire descia as escadas rapidamente, com seus olhos fechados, apenas acompanhando com sua mão ao toque sob o mainel da escadaria. Ouviu o berro de agonia gutural e assombroso de um demônio.

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- O que está acontecendo!? – Gritava Fyona na grande sala de dança, adornada em ouro. O lugar aonde se ocorreria as bodas de seu casamento. - Você prometeu! Você prometeu que nunca mais iriamos encarar esse destino! Me explique sobre isso, mãe!!


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