[Fanfic] Destino nas Cartas

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Mensagem  kemaryus em Sab Dez 28, 2013 7:13 am

[Fanfic]
[size=200]Destino nas Cartas[/size]
[size=85]por J.S.P. "Kemaryus"[/size]

Índice
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Nota do Autor: Olá a todos, inicio agora meu terceiro trabalho em fanfics, foram muitos comentários nas outras duas historias e agradeço o carinho e a dedicação dos leitores, amigos e pessoas que colaboraram para que eu melhore minha forma de escrita e gramática.

Esta historia poderá conter cenas fortes de violência moral, física e psicológica por isso talvez não seja recomendada a todos os públicos. Sendo sua classificação +16 anos, porem vou avisar quando um capitulo for muito forte.

Espero que todos gostem, e comentem, afinal o único pagamento de um escritor de fanfics é os comentários que ele recebe.

abraço

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Capitulo I – Os amantes

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"Até onde a raiva, até onde a vingança e a sede por justiça pode levar uma pessoa?
Nya olhou para o chicote que estava em sua mão, ainda vertia sangue dele, por alguns instantes parou para pensar enquanto uma vontade de gritar invadia sua alma. Como um pássaro preso a muito tempo quis sair correndo para fora daquele lugar e com o peito apertado correu pelos corredores até finalmente ganhar o ar frio da noite na parte de fora da casa. O Céu estava cheio de estrelas, tão brilhantes quanto só vira uma vez em toda a vida."



Era uma noite agradável, o céu estava cheio de estrelas que brilhavam intensamente, uma família caminhava entre as flores e folhas gigantes, típicos do Monte Mjolnir. Um cheiro de mato e perfume suave davam ao lugar um ar aconchegante, como um imenso jardim. Um Lorde de bela aparência caminhava mais a frente, mas não muito, garantindo a segurança de sua esposa e filha que vinha mais atrás.

“ - Mama, que lugar é este?” - A criança segurando a mão da cigana olhou-a como um aluno pronto para ouvir os ensinamentos de seu professor, assim como toda criança age, pois seus pais são seus professores.

“ - Este é o Monte Mjolnir, um lugar perigoso para se vir sozinha, mas muito lindo para vir com quem se ama.” - A mãe pegou a filha nos braços, uma linda garotinha de aproximadamente oito anos, cujos cabelos era loiros igualmente aos de sua mãe.

Por alguns minutos o grupo passeou pelo lugar, olhavam estrelas, plantas, o sorriso no semblante dos pais eram a prova do amor que tinham um pelo outro e a menina era a maior semente desse amor. Em alguns momentos algum Petite ou Argos apareciam para tentar atacar o grupo, mas o Lorde facilmente os vencia sem qualquer esforço. Deram voltas, e a luz da lua iluminava o caminho, um passeio noturno cheio de magia, risos e amor.

O grupo parou no cume do monte, a lua, que iluminava muito bem o luar permitiu ao grupo ver a ponte de acesso ao lugar e com alguns cavaleiros a cruzando, um rio de águas calmas e arvores que se agitavam docilmente pela brisa.

“ - Gostou do lugar linda?” - O Lorde se aproximou da filha a pegando no colo, colocando seu braço atrás das costa de sua esposa ficando todos juntos olhando a noite.

“ - Papai uma estrela cadente!” - A garota exclamou ao ver um risco prateado cortar o céu.

“ - Filha rápido, faça um pedido, que ele será atendido” -a cigana abraçou seu marido e a criança.

Por alguns minutos a garota parou e pensou no que ia pedir, tão logo já voltou a sorrir

“ - Prontinho.” - O sorriso inocente contracenou com o brilho de esperança naqueles olhos infantis.

“ - O pai e a mãe te amam filha” - A cigana falou e tão logo recebeu um abraço de seu marido e sua garotinha.

“ - Nya, vamos embora agora, já deve ser tarde” - O Lorde virou-se e iniciou a caminhada de volta, acompanhado por sua filha e esposa.

Uma leve caminhada rumo a parte inferior do monte e depois para a ponte de acesso, não levaria mais do que uma hora para chegar a Geffen, não levaria, mas naquele dia a “Roda do Destino” iria girar e definir um novo rumo a Nya.

__///__



Uma jovem Odalisca entra na barraca de uma velha cigana, cartas são postas a mesa, uma a uma são viradas e a cada carta a velha conta algo que irá acontecer para a jovem.
“ - Os Amantes! O Sol! A Estrela” - Sua voz era rouca.
“ - Seu destino vai te dar tudo o que sempre quis garota, um bom marido, poder, e uma bela criança” - A velha com unhas grandes, cabelos embaraçados e brancos continuava a virar as cartas.
“ - O Enforcado!” - parou por uns instantes, então retirou a próxima carta
“ - O Diabo!” - Os olhos da velha cigana se arregalaram. A Odalisca acompanhava tudo muito atenta e percebeu a reação da velha.
“ - A Morte!” - A Velha soltou um grito ao falar o nome da carta com uma foice desenhada sobre ela.
“ - Coisas terríveis irão te acontecer, criança, seu destino já foi marcado, você tem a morte junto contigo, saia já da minha barraca, suma daqui e não volte nunca mais e leve-a com você!” - A velha pareceu ficar louca e começou a atirar coisas sobre Nya, que assustada saiu correndo e tremendo com lagrimas de susto em sua face.



Fim cap. I

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Mensagem  kemaryus em Sab Dez 28, 2013 7:14 am

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[size=200]Destino nas Cartas[/size]
[size=85]por J.S.P. "Kemaryus"[/size]

Nota do Autor: Olá, quero primeiramente agradecer os comentários sobre a Obra, realmente com eu disse quando alguém posta algo, é uma injeção de animo, para melhorar, aperfeiçoar e criar cada vez mais. Como eu disse a fanfic é um pouco mais pesada que o costume por isso eu mesmo criei uma classificação para+16 anos. Espero que tenham uma boa leitura e postem sua impressões e opiniões sobre a historia.


abraço

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Capitulo II – A Morte

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“ - Opa! Vamos filha só mais um passo. - a cigana segurava a criança pelos braços, a garotinha, ainda bebê na época, se esforçava e após muitas tentativas, deu seu primeiro passo, fraco, tonto, porem firme e em seguida caiu sentada no chão. Mãe e filha deram boas risadas e comemoraram juntas a vitoria naquele dia.”





Quem procura na vida felicidade absoluta, jamais irá encontrar-la. A vida é composta por momentos felizes, momentos de amor, carinho e felicidades momentâneas, essa na realidade é a verdadeira felicidade, saber aproveitar os momentos felizes.

Para Nya e sua família, aquela noite era uma noite perfeita, cheia de ternura e carinho, embora um simples passeio noturno, era um momento imensurável. Eles desciam a trilha de um dos picos do Monte Mjolnir, A Cigana, sua filha Mylle e seu esposo, um Lorde que ia a frente.

Aos pouco muitos sons de pegadas fortes e metal sendo sacudido foi se tornando cada vez maior e se aproximando do grupo. Rapidamente viraram uma curva da trilha, um grupo de Cavaleiros, Lordes, Templários e Paladinos surgem a diante, todos montados em seus Peco-Pecos, com armas penduradas na cintura e na sela de cada animal, o bando que vinha em alta velocidade passa pela família de Nya.

- Hey Olha o que temos aqui! - Um dos Cavaleiros para sua montaria, o animal emite seu som tipico e bica o ar, devido a parada brusca. O grupo dá a volta na trilha, vem pela frente e por traz da família de forma a os cercarem. Um Lorde muito bem armado se adianta do grupo, parecia ser o Líder deles.

- Hey Lorde, me entregue sua arma e sua armadura – Ele aponta para o marido de Nya, este vestia uma bela Armadura das Valquírias, adaptada para os contornos masculinos e uma brilhante espada Matadora de Dragões.

- Não vou te entregar nada ladões! - Gillean, responde com o tipico tom autoritário de sua classe.

- Você não está intendendo idiota, você são dois e nós somos muitos, entregue agora ou vamos mata-los, simples assim. - O ar de deboche era nítido em suas palavras e finalizou a frase com um sorriso malicioso nos lábios.

Gillean pensou um pouco, olhou para cada membro do grupo de ladões que ali estava, contou mais ou menos um dezena deles, realmente eram muitos, respirou fundo, engoliu em seco o nó na gargante que teve.

- O que garante que não ira nos matar após te dar nossas armas. - Pensou em sua família e de como poderia sair daquela situação.

- Tem a minha palavra. - O Lorde Líder do grupo se ajeitou sobre o Peco-peco. Não expressando em sua face aquilo que tinha em sua mente.

- Está bem, mas honre a sua palavra! - Gillean, começou a retirar a armadura, ficando somente com uma simples camisa que vestia por baixo. Junto com sua espada entregou para um Templário que estava próximo. Nya estava assustada, segurava sua filha no colo, e com a outra mão segurava discretamente a empunhadura do seu chicote.

- Que bom que nos entendemos. Podem matar! - O Lordem olhou e sorriu para o grupo.

- NÃO! Não te fizemos nada e ainda lhe dei o que pediu! - Gillean, irritou-se, sua mente pensou em Nya e sua filha.

- Não seja idiota, não vou deixar que saiam por ai falando que fora assaltados por um grupo de Cavaleiros, temos nossa reputação para garantir e nem venham falar que não irão contar, pois nada garante isso. - O Lorde recebia do Templário a espada e a armadura de Gillean.

- Vulcão de Flechas! – O Chicote disparou tão rapidamente que pareceu milhares de flechas acertando seu alvo, o líder do grupo. A armadura e a espada roubadas voaram pelo ar, dando tempo o suficiente de Gillean pegar a espada e empunhar-la

O Grupo avançou, lanças voaram em direção a Gillean que com sua arma bloqueou todos os ataques, Nya afastou sua filha e com seu chicote começou a desferir vários golpes naqueles que se aproximavam de seu marido. Tão logo varias espadas estava brilhando a luz da lua e uma cena de luta era travada no monte Mjolnir. Uma luta injusta de muitos contra poucos. Nya tentou defender-se dos golpes que pode e manteve a luta por algum tempo, pois embora os adversários fossem em maior numero, não podiam atacar todos de vez, pois certamente feririam uns aos outros. Gillean, girou e escapou de uma lança que passou próximo ao seu peito, endireitou seu corpo e desferiu um golpe no Cavaleiro mais próximo que caiu para o lado. Por um instante de distração Gillean não viu um Lorde levantar a espada sobre suas costas e preparar um golpe fatal, tão rápido o inimigo levantou a espada, um chicote envolveu seu pulso e seu braço e o puxou para trás o fazendo cair no solo. Nya defendera seu marido, mas custou-lhe sua atenção, um cavaleiro usou seu peco para dar impulso e jogar a Cigana para longe.

- Nya! - O esposo gritou ao ver Nya ser arremessada.

- Impacto de Tyr! - O Líder dos ladrões desferiu o golpe no exato momento em que Gillean gritara. Por um momento a visão do marido de Nya se confundiu e ele caiu ao solo apoiado por seus joelhos e cotovelo, uma dor intensa veio a sua costas, estava sem armadura e todo o golpe foi absorvido pelo seu corpo.

- NÃO! - A Cigana corria em direção ao ao esposo enquanto preparava seu chicote para o próximo ataque, mas não pode ver o templário que estava mais próximo, este bateu com toda a força com a haste da Lança em sua barriga, Nya, sentiu-se sem folego, tentou puxar o ar, mas por alguns segundos não teve como.

O Líder foi acompanhado pelo seus homens e fizerem o mesmo, desferiram vários Impacto de Tyr, com Gillean no chão apenas o grito de dor do Lorde podia ser ouvido a cada golpe, eram como um bando de corvos destroçando um monte de carne ou um monstro recém morto deixado para apodrecer, em um momento todos pararam e se levantaram, no chão havia um homem com muitos ferimentos, seu olho estava roxo e sua mão sangrava com muitos dedos quebrados com ossos a mostra por ter colocado a mão a frente do rosto para se proteger. Ele com o pouco de forças que tinha gritou para a esposa.

- Foge...foge!! - O som saiu fraco e engasgado. O sangue saia de sua boca ou de seu nariz, não dava parar ver exatamente.

- Cala boca! – O líder pegou no chão a “Matadora de Dragões” e segurando com as duas mãos no cabo da espada, a gravou no peito de Gillean, a espada não recusou em beber do sangue de seu dono e imediatamente muito sangue esguichou tanto na armadura do vitorioso Lorde como nas plantas que estavam a sua volta.

O Mundo parou, e tudo o que aconteceu ali foi marcado a desespero na mente de Nya, ela usou seu chicote no Cavaleiro mais próximo envolvendo-o pelo pescoço e o trazendo ao chão, rapidamente soltou sua arma e pegou uma adaga que sempre carregava consigo pressionando a ponta da lâmina contra o pescoço do homem e assim usando-o como refém. Então ela gritou e chorou ao ver o marido morto, virou-se rapidamente para onde havia deixado sua filha, fora da batalha e viu que ela não estava mais lá. Seus olhos brilharam o brilho do desespero e virou-se novamente para o grupo.

- Está procurando por isso? - o Lorde acabara de receber de um Templário próximo uma criança que chorava pelo pai, ele a sacudia e segurava seu braço com muita força, tão forte que a luva metálica dele lhe causava cortes no braço de Mylle, um sangue vermelho e puro descia de seu cotovelo ao chão.

Nya parou, seu coração batia a mil, sua respiração estava ofegante, mas não era pelo calor da batalha, ela sabia no fundo, no fundo de seu ser como aquilo iria acabar, tentou pensar em algo, mas sabia que era inútil, quis falar mas embora abrisse a boca, de tão nervosa as palavras simplesmente não saiam, seu medo a travou, ela viu rosto de sua filha que olhava o pai caído e com a espada cravada em seu peito, o brilho vermelho da espada ensanguentada refletiu sobre os olhos encharcados de Mylle.

- Minha filha. - A voz saiu fraca, tão fraca que somente aqueles que estava a frente do grupo pode ouvir.

- O que ? Não te ouvi! - o Lorde debochava.

- MINHA FILHA ! - A cigana berrou, parada no no mesmo lugar.

- O que tem sua filha? Você quer a sua filha? É isso? - o Lorde brincava com a situação e varias gargalhadas era dadas pelos seus companheiros.

- Devolve minha FILHA! - A frase saiu entre um ranger de dentes, uma gota de raiva começou a pingar no coração desesperado da mãe.

- Ah gente, ela quer a criança dela de volta! – Ele falou e olhou para os outros no bando que davam risadas, então o Lorde ficou sério, e seus olhos ficaram frios como a madrugada que iniciava.

- Quer sua filha? Então toma! - Em um movimento rápido o Líder do bando segurando pelos cabelos da garotinha a jogou no alto em direção a sua mãe.

Nya, jogou o cavaleiro que segurava para o lado, suas pernas iniciaram os passos seguintes, cada muculo se contraiu para dar o impulso de pegar sua filha. A Cigana levantou seu braço para o ar, mas o desespero invadiu sua mente, por detrás da garotinha que vinha em sua direção o brilho da espada do Lorde invadiu seu campo de visão, em um movimento mais rápido do que seu corpo poderia fazer para alcançar a filha, Nya viu a sua frente o inimigo desferir o golpe

- Impacto de Tyr – A espada deslizou pelo ar, cortando o vento, roupa, cabelo, pele, carne osso e a alma da criança e a dividindo em duas partes, que imediatamente caíram ao chão, jorrando sangue e entranhas em todo o lugar.

O grito da cigana pode ser ouvido até uma grande distancia, um grito cheio de desespero, de não acreditar naquilo que seus olhos viram de perto, bem perto. Naquele momento a alma e o espirito de Nya se despedaçou, seus olhos perderam a cor, e sua veias pulsaram o sangue para sua garganta, um grito tão alto que todos ali colocaram as mãos no ouvido e sentiram-se tontos. Nya segurava seus cabelos e seu rosto estava vermelho, caiu ao chão próximo do que fora sua filha um dia, agora apenas um monte de sangue, carne e ossos. Dentro de Nya cada lembrança, desde a noite de amor em que Mylle fora feita, toda a gestação, nove meses sendo ela e a filha uma única pessoa, desde a dor do parto, da criação, primeiras palavras “mamãe”, primeiros passos, tudo irrompeu sua alma como um turbilhão de sentimentos que passaram tão rápido quando um segundo porem lento o suficiente para deixa-la em cacos, ela não tinha forças mais para lutar.

Os homens a seguraram, a atiraram no chã e iniciaram uma sessão de agressão e xingamentos, com largos sorrisos nos lábios, a jogaram de um lado para o outro, rasgando suas vestes, sedentos em realizar maus intentos agiam como um bando de animais, prontos para abocanhar sua presa. Nya viu e sentiu a tamanha maldade que pode haver nos corações dos homens, após matar um a um sua família, aqueles homens iniciaram uma sessão de tortura e perversão com seu corpo.

Por alguns instantes todos os sentidos sumiram, dor, vergonha, raiva ou quaisquer emoção que lhe viessem a mente. Apenas um vazio, enquanto sua dignidade era rasgada igualmente como suas roupas, Nya sentiu-se só, morta e vagando em um monte de cores, entre pensamentos, lembranças e coisas que jamais imaginou que iria pensar um dia. Enquanto seu corpo era virado ela ainda viu o cadáver de sua filha, sem vida, caído no mato como uma simples caça, seu marido, com sua própria espada cravada ao peito estava mais a frente, não havia som ou respiração que pudesse ser percebida vindo dele, apenas o vermelho sangue que manchava suas vestes. A Cigana olhou a sua volta, os homens riam e revesavam-se em causar-lhe ainda mais dor e quebrar ainda mais sua honra. As lagrimas caiam de sua face aos montes, lutava debilmente para se desvencilhar dos braços daqueles que a afligiam mas o grupo era compostos por Cavaleiros e Lordes, que são muito superior a ela em força. Indefesa chorou e sentiu toda a dor e violação que foi -lhe imposta a sua alma e ao seu corpo.

Passou-se uma eternidade para Nya, mas para Midgard e os bosques do Monte Mjolnir apenas alguns minutos. Todos os homens estavam ofegantes e alegres, seus olhares pervertidos e profanos contornavam com seus faces maliciosas delinquentes. O Lorde que estava agora sobre seu Peco-Peco, assistiu a cena desde o inicio, olhou para a Cigana como se olhasse para um monte de lixo e com frieza apenas ordenou com sua vós rouca e prepotente:

- Matem! - Virou seu Peco-Peco e saiu do lugar vagarosamente.

O Cavaleiro que estava mais próximo de Nya, aproximou-se da Cigana, que ainda segurava os trapos do que um dia foram sua roupas, sobre o corpo. Ela tentou correr, mas foi facilmente pega e duas mãos começaram a exercer enorme pressão sobre seu pescoço. O ar foi ficando difícil de se respirar, a mente não tinha mais meios de gerar qualquer ideia para escapar daquela situação, fraca, ferida, "suja" e sem esperança, seu corpo se entregou a morte e a escuridão tonou conta se sua alma.

O Cavaleiro apenas parou de estrangular após ouvir o estralo de seu pescoço se partindo, a jogou no chão como se joga um monstro qualquer após derrotá-lo:

- “Vambora” pessoal, acabou a festa! - O Jovem montou em seu Peco-Peco e partiu através das arvores, deixando para trás uma família totalmente acabada.

Aos poucos a respiração de Nya foi acabando-se, com os olhos ainda abertos viu sua filha caída ao chão com seu corpo dividido ao meio, seu marido adiante e os Assassinos indo embora pela trilha, seus olhos se escureceram e não pode ver mais nada, seu coração fora diminuindo o ritmo gradativamente até que parou como o ultimo "Rufar de Tambores" de uma festa.


fim cap. II

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